Os registros pré-históricos de desenhos e sinais nas pedras e cavernas foram o início de uma história continua que retrata a cultura e os hábitos de cada sociedade. Na antiguidade, o povo egípcio desenvolveu uma forma de utilizar o junco (papiro), ensopando-o com água até obter uma forma de pergaminho, com a espessura semelhante a um tecido.

Mas o papel, tal como o conhecemos hoje, teve origem na China, misturando cascas de árvore e trapos de tecidos. Depois de molhados, eram batidos até formarem uma pasta. Esta pasta era depositada em peneiras para escorrer e depois de seca, tornava-se uma folha de papel.
Ainda hoje os trapos de algodão e linho sai utilizados por alguns países na fabricação de papéis resistentes, como o papel-moeda.

Os árabes assimilaram a técnica e a espalharam na Península Ibérica, quando a conquistaram (isto se iniciou por volta de 1.300). Os demais países europeus só a conheceram por volta dos séculos XII e XIV.
Graças as trabalho de copiar manuscritos, na Idade Média, em formas artesianas de papel, foi possível conservar os mais importantes registros da história da humanidade até então.

Com a invenção da “imprensa’’, permitindo a impressão por linotipos em papel, a disseminação da informação passou a ser muito mais veloz e acessível a todos, e a Revolução Industrial impulsionou ainda mais essas mudanças; hoje o papel talvez seja o produto mais utilizado e corriqueiro.